Eram tantas luzes, eram muitas empolgações!
E a obrigação de sair de órbita!
As pessoas com cede de gole seco e quente,
Tentariam surdez, ficar mudas, e visitar o outro lado da verdade!
No silêncio dos olhos, e a valsa que conduziam os braços!
Me vinha a vontade de dizer,
Me dava a sentir o desnecessário e o incompreendido!
Era o que todos tinham a fazer!
Era o que todos pretendiam!
Descia-se de ponta a cabeça e fazia tudo rodar.
Meus olhos secos e a boca molhada,
Inconsciência pensava em me trair,
E a solidão a pensar!
O lugar cheio de riqueza e mágoa,
Muitas vezes alegrava outras decepcionava!
Mas é isso que dá morar em pessoas!
26 julho 2012
09 julho 2012
Sua mão na minha
gosto de segurar sua mão porque sempre sinto a queda iminente e se eu tropeço eu tropeço pra cair no fundo e o fundo é tão profundo que nem seus olhos iluminados de castanho terra me guiariam de volta pra superfície.
14 junho 2012
O que diz o dia
Meus dias cada vez mais eternos
Na pequena melancolia do pôr do sol
O vento nem sempre é à favor do tempo.
Displiciensia da ardura
Tic tac era as folhas batendo entre si
Que nas minhas horas cantam plin plin
Da chuva e todo o seu chorá...
Me traz todos os dias de sol
Pra alma esperar
Com tanta ansiedade
O plin plin plin da chuva
Na carcaça designar uma nova pisada
Não se diz que dançar amor
Floresce o olhar e nem acalma
O penar, porque o que dizem os dias tristes
São apenas canções de ninar.
08 maio 2012
01
Veja bem a chuva que fala,
Que quer dizer algo que ninguém escuta,
Que ninguém entende.
Veja bem os olhos que dizem amor,
Que falam de saudade,
Que não escuta a realidade.
Veja bem o que o tempo quer falar,
Que em um caminhar se encontra uma verdade,
Que leva a saudade pra dentro do mar.
Diga o que as mãos fazem,
Que na vida só se sabe de uma coisa,
Que é perigoso viver de saudade.
Escute o que as cores representam,
Que com o todo a gente se arrebenta,
Que o coração não quer dizer.
Não seja a rosa,
Que tem espinhos,
Que serve de enfeite para casais.
Não seja a saudade de alguém,
Que machuca sem ver,
Que não deixa ninguém viver.
Veja bem o que queres fazer,
Que na vida tudo se perde,
Que se engana e despede.
Se a verdade é que todos morremos de tristeza.
Que quer dizer algo que ninguém escuta,
Que ninguém entende.
Veja bem os olhos que dizem amor,
Que falam de saudade,
Que não escuta a realidade.
Veja bem o que o tempo quer falar,
Que em um caminhar se encontra uma verdade,
Que leva a saudade pra dentro do mar.
Diga o que as mãos fazem,
Que na vida só se sabe de uma coisa,
Que é perigoso viver de saudade.
Escute o que as cores representam,
Que com o todo a gente se arrebenta,
Que o coração não quer dizer.
Não seja a rosa,
Que tem espinhos,
Que serve de enfeite para casais.
Não seja a saudade de alguém,
Que machuca sem ver,
Que não deixa ninguém viver.
Veja bem o que queres fazer,
Que na vida tudo se perde,
Que se engana e despede.
Se a verdade é que todos morremos de tristeza.
02 março 2012
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